Clínicas públicas

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As clínicas públicas estão no horizonte da psicanálise desde antes da famosa conferência de 1918, em Budapeste, na qual Freud exortou os psicanalistas a ocuparem um lugar de escuta junto à população carente. Até o início da escalada nazista (1933) houve um desenvolvimento surpreendente dessas clínicas gratuitas por toda a Europa. Com a ascensão da extrema direita, o movimento progressista psicanalítico foi silenciado, nos deixando a inspiração de resgatar uma parte importante desse legado histórico. Nesse eixo são discutidas as vicissitudes brasileiras das clínicas públicas e seus efeitos sobre a prática e sobre a teoria psicanalítica.

Coordenação:

Augusto Coaracy

Psicanalista atuante no coletivo ‘Psicanálise na Praça Roosevelt’. Experiência prática e de pesquisa na interface entre psicanálise e a saúde coletiva. Mestre em psicologia social pela PUC/SP.